terça-feira, 17 de julho de 2012

http://www.anda.jor.br/17/07/2012/a-fonte-das-mulheres

Amei esse texto!



ANDA » Agência de Notícias de Direitos Animais


Plataforma Terráqueos - Aleluia Heringer
A fonte das mulheres
17 de julho de 2012 às 18:00


O filme “A Fonte das Mulheres” se estrutura em torno de uma situação rotineira na vida das mulheres de um pequeno vilarejo situado entre o Norte da África e o Oriente Médio, que é buscar água numa fonte, nos arredores. Nessa comunidade era preciso caminhar bastante, subir e descer o morro cheio de pedregulhos, equilibrando nos ombros baldes presos nas duas extremidades de uma vara. As quedas eram frequentes e com isso perdia-se todo o trabalho; noutras vezes, perdia-se, como no caso das grávidas, o próprio filho que estava por nascer.



E os homens, onde estavam? Por que não ajudavam? Se justificavam, evocando a tradição e os costumes milenares. Os homens plantam, colhem e vão para a guerra e as mulheres se ocupam das tarefas domésticas e da procriação. Foi sempre assim e assim continuará a ser. Contudo, ali, em razão da seca, não havia o que plantar, nem o que colher e muito menos havia guerra. A realidade era outra e aquela tradição, na visão das mulheres, precisava ser revista para atender às novas necessidades. Como não eram atendidas, resolveram fazer “greve de amor”, negando o corpo aos seus maridos. Essa temática permeia, então, todo o filme.


As mulheres são a fonte de muitas coisas; tudo já muito bem decantado em verso e prosa. Em inúmeras culturas é a fonte ou matriz que perpetua e legitima as tradições. São com as mulheres (mães, avós, babás ou professoras) que nossos filhos aprendem os primeiros elementos da cultura. Ensinamos com a nossa fala e com o nosso silêncio; com a nossa omissão ou posicionamento; com aquilo que assistimos, lemos, vestimos, divertimos ou comemos.


Essa introdução ilustra a força e a mudança que podem nascer de pequenas perguntas ou de um simples estranhamento. Tenho encontrado muitas crianças e jovens que demonstram profunda empatia e aproximação com os animais. São falas como da Júlia, que com dois anos e meio questionou a avó, de dentro do galinheiro: Vó! O ovo é da galinha! Por que você está pegando? Já o Iago, de cinco anos, disse ao avô, que estava matando a galinha: é assim que se faz? Depois disso não quis nunca mais comer carne de frango. Contudo, essas crianças enfrentam, em nome da cultura e da tradição, todos os tipos de resistências, principalmente em suas casas, com os seus próprios pais. Certamente essa nascente conexão com os animais será abafada e apagada.


No Brasil, ainda são as mulheres, em sua maioria, que se responsabilizam pela alimentação, que vão ao supermercado e que definem o cardápio familiar. Fico imaginando se, ainda na fonte, ensinássemos aos nossos filhos que é totalmente possível e desejável uma alimentação completa, sem a necessidade de sacrificar a vida de qualquer animal. Imagino a mudança que se empreenderia se as mães se recusassem a levar seus filhos aos circos que utilizam animais, aos rodeios, às vaquejadas, aos zoológicos, à “pesca esportiva”. E se deixassem de comprar nos mercados os passarinhos, as tartaruguinhas, os peixinhos e os filhotes de cachorros? Se cada criança, desde a mais tenra idade, soubesse, claramente, qual é a verdadeira história daquele “bifinho ou franguinho”; e que para crescer forte e saudável não é necessário comê-lo. Será que continuariam praticando essa tradição e cultura? Teríamos outros tipos de produtos nas prateleiras dos supermercados; outros alimentos sendo ofertados nos restaurantes, nas cantinas das escolas, nas confraternizações, nos encontros de finais de ano, e nos almoços de domingo. Os nutricionistas, os chefes de cozinha e as cozinheiras, utilizariam a criatividade para formular novos cardápios e inventarem novas receitas. Outro tipo de indústria ganharia força; muitas doenças deixariam de existir, diminuiríamos a emissão de gases de efeito estufa, poluiríamos menos os nossos rios, produziríamos menos lixo, alimentaríamos mais pessoas, consumiríamos menos água, diminuiríamos a obesidade, e mais uma centena de mudanças. Uma genuína revolução, gerada na fonte das mulheres! Fonte de vida, não de morte.



domingo, 8 de abril de 2012

Tartarugas suicidas!

Putz!
Nada em casa para comer..
Acabou também, o sabão em pó.
Tudo bem, vou ao mercado.
Compras feitas, caixa, pagamento e volto pra casa com tudo, certo?
ERRADO!
Umas 'FDP' de umas targarugas ninjas suicidas me impedem de trazer as compras!
Não levei minha "bolsinha ecologicamente correta" para trazer as compras. Afinal, tb uso como saco de lixo, as tais sacolas de mercado.
MELECA! :(
O mercado me cobra a sacola plástica. Dizem que há uma lei pra desestimular o uso, visto que tartarugas estão morrendo asfixiadas no mar com os sacos de mercado que viram sacos de lixo e.. por aí vai.
Tá bom!!!
Vou comprar sacos de lixo, gasto um dinheirinho a mais pra salvar a tal da tartaruga, uso a bolsa ecológica....!
Para tudo!!!
Tartaruga ninja suicida dos infernos!!:
-"Como vc consegue perceber a diferença entre a sacola de mercado e os saco de lixo (que eu compro e pago por ela)?
Por acaso existe alguma etiqueta no plástico dizendo: essa foi comprada, essa veio de graça nas compras?? Ou tu tá de sacanagem e só se mata se tiver o nome do mercado impresso no saco?"

...!

Até quando farão esse clima de terror favorecendo indústrias plásticas em detrimento dos inocentes e indefesos animais???

Até quando me farão de imbecil (e à vc tb) tentando convencer que tartarugas ninjas são seletivas quanto aos métodos suicidas?

Até quando me farão de idiota, cobrando impostos e taxa de lixo?
Toda empresa de limpeza urbana deveria fazer reciclagem de TODO (eu e vc pagamos por isso), TODO o lixo recolhido!!
Existem caçambas e lixeiras em todos os lugares. Os lixos são recolhidos!! COMO VÃO PARAR NO MAR????

Ou estou pagando imposto demais ou as empresas de limpeza urbana estão trabalhando de menos ou essas tartarugas suicidas estão de sacanagem com a nossa cara.

:/

Meus amigos são uns animais!!

Sim! Trato meus amigos como se fossem bichos!!
Para mim eles são bichos!
Rosnam, às vezes, como cães...
Se escondem, buscando privacidade, como gatos..
São duros na queda e resistes, sempre ao seu lado, como os cavalos!
São curiosos como suricatos!
Os Amo! TODOS!
Não posso, não quero e nem devo vê-los como humanos.
Humanos são frágeis, suscetíveis aos melindres emocionais, são carregados de EGO!
Os que amo tem pelos na alma.
Sou um bicho também! Um bicho esquisito ao ponto de abrigar, em baixo das minhas asas, até os inimigos. Até que estejam prontos para a batalha. Mas não posso "inventar pelos" em seres carecas de alma...

Meta de Vida? -Separar joio de trigo (ou melhor seria dizer: quem tem pelos na alma de quem não os tem?)

FELIZ PÁSCOA À TODAS AS ALMAS PELUDAS!!!

E às quem não tem pelos na alma, qua a Páscoa sirva de reflexão pois só a consciência é capaz de criar pelos.. ;)